27 de out de 2014

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Dedico a este texto a todos os meus amigos, que não preciso relacionar quem são porque eles sabem, sentem e acreditam no relacionamento que construímos... 
A todos aqueles que ainda farão parte da árvore da minha vida... 
Obrigada pela oportunidade de conhecê-los...

By Adriana
Segue o texto de Ellen G. White:
Na amizade verdadeira há um aprofundamento da relação, da intimidade, transparência, ou seja, você se mostra cada vez mais na sua real maneira de ser, sem esconder o que se pensa, sente, gosta, valoriza, prefere, aprecia. Há uma abertura tal que você não tem medo de ser descoberto, pego de surpresa, exposto pelo que é, defende ou acredita. Porém, quando a amizade não é verdadeira, há medo de ser diferente na maneira de pensar, sentir e agir perante os outros. Numa amizade verdadeira, você é aceito, respeitado, considerado, valorizado, apesar de suas falhas, erros, deficiências e limitações. Em uma relação assim não estão presentes a ameaça, o perigo da rejeição, da crítica, do julgamento moral de suas ações, de suas convicções ou de sua pessoa. Mas se fazem presentes a segurança, a certeza do apoio, da compreensão e da simpatia.
Na verdadeira amizade, você experimenta e vivencia uma relação de interdependência mútua. Existe plena confiança no outro. Ao mesmo tempo, mantém o auto direcionamento da própria vida e a autonomia das escolhas e opções de conduzir os próprios negócios e resolver os próprios problemas. Não é uma relação de intromissão, de invasão, interferência, mas de divisão, partilha, afeto e apoio. Na interdependência da verdadeira amizade, os dois se apoiam mutuamente, crescem com mais vigor, mais força e mais determinação de encarar os problemas existenciais de cada dia.
Com o amigo de verdade, você não fica esperando que ele faça o primeiro movimento para você interagir ou participar. Pelo contrário, você é o primeiro a correr o risco de confiar, de ter fé no outro, de ter certeza de que as intenções são as melhores. Você é o primeiro a dar apoio, amparo, a dar o que for preciso sem se violentar como pessoa, para que o bem do outro seja atingido. A relação é o movimento espontâneo e autêntico, até mesmo sem a preocupação da ordem de quem é o primeiro ou quem fez o quê. É esse fluxo contínuo e ininterrupto de doação e participação que caracteriza a verdadeira amizade. 
Ele não se prende a você como uma cola, nem o fixa como o peixe no anzol ou a âncora no barco.
Na verdadeira amizade, através de um respeito profundo pelo outro, conserva-se a individualidade, mantém-se a separação, preserva-se a entidade independente e autônoma, e sustenta-se a integridade do ser do outro.

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